il suffit de demander une fois:
quanto mais você reza,
mais você enche o saco do santo
e ele aumenta o volume dos fones de ouvido.
sophie bordeaux
sábado, 12 de fevereiro de 2011
philosophie de la taverne - IX
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
- sophie, quais as tuas resoluções de ano novo?
- nenhuma.
- como não? não fez uma lista de resoluções de ano novo?
- non, yara.
- eu fiz.
- não sei pra quê...
- ué, como não sabe pra quê? pessoas fazem listas de tarefas e resoluções pra organizar o que elas pretendem fazer e/ou cumprir.
- exactement! pra quê VOCÊ fez uma lista se nós duas sabemos que VOCÊ não vai cumprir nada do que colocou lá?
e se eu tivesse une liste des résolutions du nouvel an, minha única resolução seria: não mais ser vista com essa daí. ah, si je pouvais...
sophie bordeaux
- nenhuma.
- como não? não fez uma lista de resoluções de ano novo?
- non, yara.
- eu fiz.
- não sei pra quê...
- ué, como não sabe pra quê? pessoas fazem listas de tarefas e resoluções pra organizar o que elas pretendem fazer e/ou cumprir.
- exactement! pra quê VOCÊ fez uma lista se nós duas sabemos que VOCÊ não vai cumprir nada do que colocou lá?
e se eu tivesse une liste des résolutions du nouvel an, minha única resolução seria: não mais ser vista com essa daí. ah, si je pouvais...
sophie bordeaux
sábado, 27 de novembro de 2010
- o que foi dessa vez?
- o quê? como assim "o que foi dessa vez"? eu não disse nada.
- tua cara está dizendo que há algo errado, yara.
- ah, sophie, nem me enche. neeeeem me enche.
- já tem algo te enchendo, não preciso me dar ao trabalho. ne vous me dire ce que c'est?
- não, não vou dizer porque nem sei o que é.
- puce à l'oreille?
- é, acho que sim.
- acho bom, dessa vez, tu acreditares na pulga.
ou vocês sabem em quem eu vou usar inseticida! bisous.
sophie bordeaux
- o quê? como assim "o que foi dessa vez"? eu não disse nada.
- tua cara está dizendo que há algo errado, yara.
- ah, sophie, nem me enche. neeeeem me enche.
- já tem algo te enchendo, não preciso me dar ao trabalho. ne vous me dire ce que c'est?
- não, não vou dizer porque nem sei o que é.
- puce à l'oreille?
- é, acho que sim.
- acho bom, dessa vez, tu acreditares na pulga.
ou vocês sabem em quem eu vou usar inseticida! bisous.
sophie bordeaux
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
philosophie de la taverne - VIII
- é preciso saber que pessoas não são como os panos de prato que você tem na gaveta, pintados à mão e com acabamento em crochê, um para cada dia da semana.
sophie bordeaux
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
philosophie de la taverne - VII
se tudo der errado, apele pra são josé:
são josé cuervo.
amen!
sophie bordeaux
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
- yara, creio que tu deverias mudar teu nome.
- por que isso agora, sophie?
- arrumar um nome que combine mais com tua personnalité.
- já vi que tem maldade nisso aí.
- não. je suis sérieux.
- e como tu achas que eu deveria me chamar?
- ainsi, como tu vives trocando os pé pelas mãos, je soupçonne que tenhas mais pés do que mãos, portanto teu nome devia ser centopéia!
é a única explicação pra tantas idioties.
sophie bordeaux
sábado, 21 de agosto de 2010
- yara, fiz uma lista de nossas diferenças e semelhanças e j'ai été choqué.
- credo, sophie! e por quê? somos assim tão diferentes?
- au contraire, somos muito mais parecidas do que eu podia imaginar.
- sério?
- oui. na verdade, eu só encontrei cinco diferenças.
- só cinco? e quais são?
- você prefere xadrez, eu prefiro listras. você toma chá, eu tomo café. sua cor preferida é aquela tal de verde-vermelho que só existe na sua cabeça, a minha é bleu. eu fumo cigarretes. e a mais importante de todas: je ne suis pas stupide!
e ela é.
sophie bordeaux
terça-feira, 27 de julho de 2010
philosophie de la taverne - VI
é mais fácil abraçar a tristeza:
a felicidade é muito saltitante.
sophie bordeaux
segunda-feira, 28 de junho de 2010
philosophie de la taverne - V
- só se pode vomitar aquilo que já foi engolido.
sophie bordeaux
quarta-feira, 2 de junho de 2010
- sophie, me faz um favor?
- non.
- que criatura ruim, céus! eu só ia pedir um copo d'água, já que estás indo pra cozinha.
- muita sede e muita preguiça, yara?
- não é sede, é que tô com um gosto amargo na boca. não sei o que foi que comi que ficou esse gosto.
- ma cherie, esse amargo não é de algo que comeu.
- e do que seria, ó grande oráculo que tudo sabe?
- acabaste de perder teu copo d'água com essa piadinha. mas não importa mesmo, esse é o tipo de gosto amargo que nem todos os copos cheios de água do mundo podem tirar: é daquele amargo que tá amargurando a alma, mon ami.
jiló é doce perto disso.
sophie bordeaux
- non.
- que criatura ruim, céus! eu só ia pedir um copo d'água, já que estás indo pra cozinha.
- muita sede e muita preguiça, yara?
- não é sede, é que tô com um gosto amargo na boca. não sei o que foi que comi que ficou esse gosto.
- ma cherie, esse amargo não é de algo que comeu.
- e do que seria, ó grande oráculo que tudo sabe?
- acabaste de perder teu copo d'água com essa piadinha. mas não importa mesmo, esse é o tipo de gosto amargo que nem todos os copos cheios de água do mundo podem tirar: é daquele amargo que tá amargurando a alma, mon ami.
jiló é doce perto disso.
sophie bordeaux
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